A importância do Caetano Madeira, tanto para a Vila São Luis, quanto para o Primeiro Distrito de Duque de Caxias.
O Caetano Madeira cruza, praticamente, todo o Primeiro distrito de Duque de Caxias. Ligando o rio Sarapui ao rio Meriti. Sua importância é também observada quando analisamos que o bairro da Vila São Luis possui um histórico de alagamentos e enchentes, provenientes da sua geografia e ausência de galerias de águas pluviais.
O grupo propõe estudar o rio em dois aspectos de abordagem; uma que irá analisar a importância para o bairro; e outra que trabalhará com a idéia que os moradores tem do rio, que a principio é de ódio, pois os mesmos culpam o rio pela inundações do local.
domingo, 7 de outubro de 2007
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5 comentários:
Sérgio,
Não me lembro deste rio ...interessante. Sabe se ele é natural? A pergunta pode parecer besta,mas eles ligaram muitos rios das diferentes bacias da BF e quem sabe esse rio não é uma ligação entre o Sarapuí e o Meriti . Só para conferir.
Simone
Quanto ao ódio. è interessante sacar a percepção da população local, mas em nenhum momento exitiria por parte deles um areflexão mais profunda interligados outros motivos para o alagamento?
Esse rio é retificado?
Exatamente por onde ele passa?
tem comunidade ribeirinha?
O rio Caetano Madeira, passou pelas obras do então prefeito Zito, que canalizou e o trasformou em galerias subterrânea(metade do seu trajéto), por esse motivo em alguns lugares ele é visível em outros não.
Realmente, ele liga esses dois importantes rios de Duque de Caxias, o Sarapui e o Meriti!
O porquê do ódio
Como, também, morador do entorno do bairro da Vila São Luis, pude observar esse conflito entre a população local e o rio Caetano Madeira, e posso afirmar que tal embate acontece, quando políticas de omissão da SERLA e até mesmo a falta de estratégias que valorizem uma educação ambiental com aquela população, fez se perpetua por anos, alimentando todo esse combate.
De um lado o Estado que não draga e não limpa, do outro uma população que joga tudo “que não serve” no rio, como se fosse um grande lixão acessível a todos, em uma esquina mais próxima. No meio disso tudo um bairro pobre e de geografia favorável a tais fenômenos da natureza, pois no passado o local era um brejo.
Não que eu queira justificar tal ódio, mas temos que estudar esses fatores para começar a trabalhar a idéia da população sobre o rio.
Obs. Esse ódio esta controlado até as próximas chuvas de verão.
S�rgio e grupo,
Eu queria dar uma orientada a�...Olha s� uma coisa � o levantamento f�sico do rio. Tipo as informa�es que voc�s j� obtiveram dele e outras que podem surgir. Quando foi canalizado? A rela�o enchente- canaliza�o- retifica�o. Se existe alguma utiliza�o do rio?
O que me incomoda um pouco � a quest�o da representa�o sobre o rio. N�o que n�o POSSA ser feito, mas � um trabalho que exige uma metodologia apropriada. Voc�s est�o dispostos a estudar o m�nimo de antropologia? Ou teoria sobre representa�o do que vem a ser a �gua, a sa�de, a enchente... e outros tantos fatores que est�o presentes na representa�o do rio.
Gostaria que ficasse claro que trabalhar, ou melhor, entender a id�ia de ��dio� ou outra qualquer que a popula�o tenha sobre o rio Caetano � fundamental para um trabalho de E.A na regi�o, mas isso exige m�todo e tempo. Eu considero uma bela monografia e j� sugiro mesmo a Professora Neiva ( antrop�loga de plant�o) para orientar.
Neste momento acredito que a representa�o sobre o rio deveria ser pontuada ,mas n�o aprofundada.
Fica a� para discuss�o.
Simone
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