Oi Pessoal,
Fiquei super contente de ver que os grupos não perderam o pique e que as postagens estão super significativas. Vou tentar fazer um comentário mais específico em cada uma das postagens, mas de imediato queria deixar registrados alguns pontos:
1- Acredito que a Almadir deixou sugestões que podem ser desenvolvidas ( em parte) por vários TCCs. O que seria bastante interessante em termos de produção de conhecimento ( se pensarmos no processo , inclusive). Como está bem colocado na mensagem dela as temáticas não necessitam ser especificamente no âmbito da Educação ambiental, mas conhecer " o lugar" é pré-condição para se realizar um trabalho de educação ambiental. Esse é o ponto fundamental do nosso trabalho e o que o justifica.
2- A Mariza apontou para questões fundamentais. Eu gostaria de reforçar a idéia de que ( mesmo com dificuldades ) se produziu conhecimentos e não simplesmente reprodizimos algo dado. Cada grupo escolheu o que postar ... Nós dicutimos como delimitar e neste momento ficou claro a própria arbitrariedade do ato de delimitação. Assim, não sei se vocês trabalham com essa idéia na geografia, a delimitação é no fundo a própria formação do espaço social. Ou seja, não existe delimitação "natural", embora, existam elementos naturais na delimitação que fazemos. Assim , existe um rio ou uma bacia hidrográfica, mas a pertença deste rio ao espaço que estamos analisando não é natural e sim socialmente construído por nós. Nossos interesses, por exemplo.
A prória BAixada Fluminense, por exemplo, já foi delimitada de diversas formas ao longo da história . E isso se deu a partir de diversos interesses que se confrontaram socialmente.
Por último , gostaria de dizer que é de especial importância que este movimento de " rastreamento" de conhecimento de onde estamos e por onde iniciar é, sem dúvida, fundamental para o desenvolvimento de projetos em E.A formal ( na escola) ou informal( na comunidade).
Bom gente...na quinta eu espero vocês para começarmos a fechar com chave de ouro esse diagnóstico e quem sabe ousarmos um pouco mais.
domingo, 25 de novembro de 2007
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